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sexta-feira, 17 de outubro de 2008


De Olhos fechados ................a essência de um ser se revela no tato............no toque ou no abraço.......extravasam poesia pelos lados....são serer que já não moram nesse mundo,são da esfera dos apaixonados........

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

O sorriso da moça.

Segundo Meleau- Ponty, a cada instante no movimento da existência estamos integrados ao mundo por meio de nosso corpo. Esta é a nossa condição. E, para compreendê-la, temos de reavaliar o fenômeno da percepção.

E o que é amar?!?

"Controle o seu destino ou alguém controlará."

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Continuação 3

De alguma forma ainda desconhecida por mim aquele homem me atraia assustadoramente, conversávamos por horas, sobre o mundo, o ser-humano, debatiámos assuntos inimaginavéis, quase sempre nossos pensamentos se encontravam, mas as vezes, acreditem era uma verdadeira batalha entre seres tão parecidos, o que nos deixava bem intrigados de alguma forma, uma vez o deixei a falar sozinho, não é uma atitulde que se pareça comigo, mas nesse dia, deu vontade , e o fiz, mas nessa época Lúcio já me conhecia bastante para saber o que aquela atitulde evidenciava, sabia que por trás daquela atitulde tosca e infantil, eu estava gritando pela sua atenção, pelo seu toque, já estava morando só, tinha um apartamento no centro da cidade, as vezes ele aparecia a tarde , tomavámos café e viajavámos nas questões filosóficas que tanto nos fascinavam, nesse dia em especial, o deixei e sai em meu carro, ele me seguiu sem que o visse, cheguei no apartamento e como de costume , segui meu ritual de chegar em casa, ficar só de calcinha fumando na janela,vendo os carros passando, e bem em cima o sol brilhante, clamando por atenção dos humanos, tão limitados em seu mundo, que da janela parecia tão pequeno e sem brilho, sem o brilho que Lúcio colocava nele quando olhava em minhas retinas, no meio desse pensamento sinto uma mão descendo por minhas costas, sua presença encheu o quarto e lentamente fui voltando de meus pensamentos e entando em nosso mundo, o que duas pessoas que amam criam sem saber, e é tudo tão particular, e tão unificado , que as vezes me assustava, pois sempre fui tão individual, voltada pra dentro, não costumava dividir minhas impressões com outros, o clima nos arrebatou, ele meabraçou, tirrou o cigarro de mim, deu um trago, e me levou até a mesa da sala, deitou-me e pôs-se a olhar-me , pela primeira vez não me incomodara de sentir-me observada por outro ser que não fosse minha própria consciência, e nesse instante estremeci, um vento quente veio até minha boca, e parecia estar em um quadro de Salvador Dalí, suavemnte segurou meus seios em suas mãos, e desceu....fomos tão felizes, tão intensos, a mesa tavez nunca se sentira tão útil ao ser-humano,acordei desse sonho já era madrugada, e ele já tinha ido, seu cheiro impregnou-se na casa e em meu corpo, e agora o que me assustava é que não estava com medo dele, nunca suportei a idéia de pertencer a ninguêm, mas entre nós hávia a liberdade, e isso que nos prendia, a possibilidade de tudo acabar era constante, como a possibilidade de estamos sempre juntos, seja qual fosse a nossa relação......

terça-feira, 7 de outubro de 2008

continua 2

Continuação 2

O homem me levou de volta e foi embora, meus país nem perceberam que havia me ausentado, só me viram chorar, uma lágrima sentida, desentendida por mim mesma, não parava de chorar, me levaram ao médico, mas este não detectou nada aparente, apenas algunhas ronchas em minhas pernas, deduziram logo que havia caído, até brincaram me chamando de levada, foi assim que me tornei só do mundo, afastando as pessoas , sempre com o tal receio de ser invadida, de ter novamente minha privacidade usurpada de mim, mas ele me fez entender tudo em seu gesto tão humano, tão vivo, talvez ele soubesse mais sobre mim que eu mesma, deitou-se comigo no tapete e choramos novamente, desta vez juntos, até adormecermos, no dia seguinte toda cidade comentava sobre nós , meus país decidiram que me mandariam para a cidade, à casa de um primo, aquele homem era meu anjo, salvara-me de mim mesma, sentia que ele me amava, de um amor sincero, puro, incondicional. Tive que viajar duas semanas depois , tudo era novo pra mim, meu primo foi gentil, me apresentou a sua turma, pessoas diferentes das pessoas de Vera Cruz, não pareciam ser mediocres, falavam de liberdade, usavam um simbolo de um "A" na camisa, e pregavam a falta de ordem, de inicio gostei , mas sabia que não adotaria como filosofia de vida, eu era presa de alguma forma a uma rotina que inventara pra mim mesma, e isso ninguêm tiraria de mim,falando em filosofia, resolvi fazer um curso de filosofia, sentia essa necessidade, como uma coisa fisiólogica, conheci pessoas muito interessantes, o professor em especial tinha uma energia diferernte...............

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

continuação 1.

......Tentei ser esnobe mas ele havia sido tão intenso na declaração, que só consegui concordar.Conversamos muito e o mais incrivel, sobre tudo, seu nome era um mistério que me dei ao luxo de ter, o tempo passou rápido depois que nos conhecemos,já com quinze anos quis por meu plano em prática, havia planejado perder a virgindade com ele, não que eu desse tanta importância à isso, mas se era pra perder, que fosse pra valer a pena, estava tudo dando certo, cheguei em sua casa uma hora antes que ele habitualmente chegava, preparei o ambiente, som, vinho, incenso, enchi a banheira e enfeitei com pétalas, enfim me produzi como nunca antes, estava anciosa, queria senti-lo dentro de mim, sentir seu corpo sob e sobre o meu, seu cheiro morno, sua boca se entregado à minha, e seus olhos a me devorar inteira, ouvi-lo recitar seus poemas, aliás sussurá-los ao meu ouvido, estava tudo perfeito, finalmente estaria completa e plena ,mesmo estando em Vera Cruz, a ilha perdida, ele abriu a porta, entrou no quarto, e lá estava eu, parou, lançou-me um olhar! senti algo estranho, levantei e o abracei, mas ele foi repulsivo ao meu apelo, sentou no chão e chorou, fiquei louca, quis morrer, fugir daquele lugar, estava tão envergonhada, mas só conseguia chorar também, sentei no chão perto dele, encostei a abeça na cama, depois deitei no tapete indiano que havia no quarto, e fiquei ão s´de mim,tão só dee e do resto do mundo!soluçava agora, volteiaos meus três anos d eidade, quando brincava no parque e aquele homem, forte, grande, me levou a forçaconsigo,esperniei! seu rosto não lembro, mas suas mãos, nunca esqueci, percorreram toda minha inoscência, egava-me com força, apalpando meu sexo, fui tão invadida, estava com medo, meu coração de ciança não parava de bater acelerado.................continua

terça-feira, 9 de setembro de 2008

--------------A história de um amor--------------

Nasci e vivi até meus quinze anos em Vera Cruz, uma ilha pacata, nunca me agradara saber que morava em um lugar distante de tudo que parecesse uma civilização, sempre lutei por minha individualidade e privacidade, mas em Vera Cruz todossabiam da vida de todos, na escola era terrivel pra mim, nunca me sentia inserida dentro daquela realidade,não era o que meu coração e minha mente desejavam, queria sumir!quando fiz treze anos, fizeram uma festa surpresa, me deparei no centro de uma mesa, várias pessoas me olhando, foi estranho! sentia olhares me despindo,era como se estivessem expondo meus pensamentos , senti-me nua!quis chorar, mas não seria boa idéia, iriam achar que estava emocionada, sem saber como reagir, apenas corri, corri o quanto pude, fui paraum lugar que ninguêm pudesse me encontrar, subi por pedras, atravessei uma correnteza, já cansada parei ,e avistei um homem, pensei em que idade teria, talvez ums vinte e quatro anos, mas suas expressões eram tão delicadas, achei que ele parecia um anjo.
Ele ficou parado onde estava,olhando-me,senti uma quintura atravessando meu corpo, apesar de ele olhar fixamente para meu rosto,tentei me conter, mas já não era mais eu em meu estado normal,entrei em levitação, um estranho completamente inesperado e por Deus que homem lindo!finalmente ele falou, disse : "O amor é uma coisa boa,quando não se tem medo dele".......................continua.